As personagens fazem, com frequência, dos seus fracassos lei. Os homens que conhecem o mundo disseram que, quando a prudência é apenas medo sob disfarce, os seus escrúpulos não podem ser conquistados. Os fracos têm muitas vezes sentimentos revolucionários; pensam que estariam bem se não fossem governados e não conseguem perceber que não podem governar-se nem a si próprios nem aos outros.