De há muito venho desconfiando que a justaposição de imagens usada por Guillaume Apollinaire deveria provir, sendo ele polaco, de seu pouco traquejo da construção francesa e consequente dificuldade no emprego de certas partículas, locuções e demais parafusos e rebites que constituem a armação da prosa. Com o que, acabou renovando e rejuvenescendo a linguagem da poesia.

 

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