Ah, nunca vi ninguém esconder-se tanto, como os bichinhos-de-conta, quando os roubávamos, de baixo dos vasos, à terra cheirosa e úmida: eles enrolavam-se e rolavam, nas palmas de nossas mãos — limpinhos; isentos, ilesos — até que a gente os depusesse, novamente, no chão, com um meticuloso carinho.
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