Basta havermos lido Dostoiévski e Tolstoi (como fizeram todos os da minha geração) para não duvidar de que o povo russo é profundamente religioso. Nós, não. E por isso mesmo jamais poderíamos cair, como eles, por transferência, na implacável mística do ateísmo. Eles são fanaticamente ateus. Nós não somos fanaticamente religiosos. Moral da História: o trunfo é nosso.
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