O público ledor é tímido: confunde altissonância com gênio: a imensa voga que teve na América um Vargas Villa e, na Europa, um D’Annunzio... Ninguém mais escuta esses megafones. E por aquela mesma época, pelo menos no Brasil, o público adorava quem escrevia difícil. Ninguém mais lê Coelho Netto, é verdade. Mas para quê? Surgiram outros...
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