Seremos fatalistas? Não sei, há uma coisa no entanto que dá para desconfiar... Tenho lido notícias, e até verbetes de dicionários biográficos, impregnados do mais puro fatalismo. Com frases assim: “no dia 31 de julho, tomou um avião para morrer em...”Talvez não passe de mero cacoete de estilo. E quero crer que o próprio S. F., se acaso se desse a esse trabalho, emendaria abespinhado:— Eu não tomei o avião para morrer; eu tomei o avião e morri!

 

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