Escritas

Chuva de Outono

Maria Aparecida Reis Araújo
Olhos centrados na tarde
reponho crenças
perdidas na multidão.

Vigília que se parte e se fragmenta
ostentando espelhos onde me guardo
entre rosários e perdas
entre salmos e buscas.

O que importa no momento
é sustentar o ouro da fantasia
e escutar o canto leve da chuva.

Do outono que lava a alma e eterniza.

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