Um materialismo horripilante nos prega que o amor — Karl Kraus
Um materialismo horripilante prega-nos que o amor nada tem a ver com o dinheiro, e o dinheiro, nada com o amor. A concepção idealista, pelo menos, admite um limite de preços em que começa o amor verdadeiro. Esse é, simultaneamente, o limite em que acaba o ciúme daquele que é amado por ser quem é. Tal limite acaba, embora pudesse começar nesse ponto. O terreno da concorrência está obstruído.
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