Quem faz de alguém seu ídolo, procura justificar-se ante si mesmo, elevando-o em ideal; nisso torna-se um artista, para ter boa consciência. Se sofre, não sofre por não saber, mas por enganar a si mesmo, como se não soubesse. — A miséria e delícia interior de uma tal pessoa — isso inclui todos os que amam apaixonadamente — não pode ser esvaziada com baldes comuns.

 

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