Não posso esconder o que sou: devo ficar triste quando tenho motivo, e não sorrir das piadas de ninguém; comer quando tenho estômago, e não esperar pelo lazer de ninguém; dormir quando estou sonolento, e não cuidar dos negócios de ninguém; rir quando estou alegre, e não arranhar ninguém em seu humor.

 

Muito barulho por nada – Ato I, Cena 3, Dom João

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