Ano: 20620
Um materialismo horripilante nos prega que o amor nada tem a ver com o dinheiro, e o dinheiro, nada com o amor. A concepção idealista pelo menos admite um limite de preços em que começa o amor verdadeiro. Esse é simultaneamente o limite em que acaba o ciúme daquele que é amado por ser quem é. Tal limite acaba, embora pudesse começar nesse ponto. O terreno da concorrência está obstruído.