Escritas

Terror

Izabel Bellini Zielinsky
Dominado, atado,
finalmente guardado
para existir
em outro pecado.

Vozes, murmúrios,
tin-tins,
gizos
de um arlequim.

Não são meus...
Meus, os terrores,
o peito que dói
em arritmia.

Terror de não estar
dentro de minha
sintonia,
querendo ganhar

a tranqüilidade
dos fantasmas.

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