Na fágil timidez de aves de papel

Na fágil timidez de aves de papel,
balouçando, morrendo a cada queda,
porque houve asas enrugadas,
e um desespero de salitre e ervas aromáticas.
E rasgámos as palavras,
arquivámos o voo como se crescêssemos,
ou tivesse amanhecido devagar.

564 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.