A Manhã Estática Parada
Sophia de Mello Breyner Andresen
1 min min de leitura
Poemas Dispersos
Entre o Tejo azul e a Torre branca
Que branca e barroca sobe das águas
Manhã acesa de silêncio e louvor
Na breve primavera violenta
Assim a minha vida que era calma
De repente se tornou ânsia e saudade
Mas a brisa da varanda é doce e suave
Um pássaro canta porque alguém regou
Maio de 2000
Que branca e barroca sobe das águas
Manhã acesa de silêncio e louvor
Na breve primavera violenta
Assim a minha vida que era calma
De repente se tornou ânsia e saudade
Mas a brisa da varanda é doce e suave
Um pássaro canta porque alguém regou
Maio de 2000
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.