Porque Nos Outros Há Sempre Qualquer Nojo
Sophia de Mello Breyner Andresen
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Ano: 1805
Porque nos outros há sempre qualquer nojo
Que me gela e me afasta
E em ti há sempre um pouco de mar largo
Que de olhos cegos atrás de ti me arrasta.
Que me gela e me afasta
E em ti há sempre um pouco de mar largo
Que de olhos cegos atrás de ti me arrasta.
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