Iii. As Paredes São Brancas E Suam de Terror

Ano: 1788
As paredes são brancas e suam de terror
A sombra devagar suga o meu sangue
Tudo é como eu fechado e interior
Não sei por onde o vento possa entrar

Toda esta verdura é um segredo
Um murmúrio em voz baixa para os mortos
A lamentação húmida da terra
Numa sombra sem dias e sem noites
1 305 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.