Escritas

As Coisas Que Olhamos São Às Vezes Olhares

António Ramos Rosa Ano: 5769
As coisas que olhamos são às vezes olhares
rostos     Figuras da matéria
Como as estátuas nos antigos templos
Elas abrem os olhos as portas do olhar

O olhar é uma chave é esta chave
Avanço até à beira ainda visível
As pedras existem Existe esta montanha
São olhares também mas que se apagam já

Eu sei que assim me perco e tudo perco
se não souber arquitectar o fogo
desta matéria nova do rectângulo
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