REAMAR
Paulo Sérgio Rosseto
Às vezes chove fino, sem ventania
Às vezes o mar de repente para, se esconde da onda
Na calma propícia da brisa envolta de sal
É quando sem luzes descerra-se o escuro
Nas largas avenidas dos oceanos da ânsia
E nosso peito parece arrefecer no carvão
Recolhemos os pés, cerramos as mãos
Pintamos a face com o branco da cal
Contamos com os lábios os fios da visão
Sozinha, entre o reverso e a astúcia
Tua pista iluminada guarda meu pouso
E cego mergulho certo de que me aguarda
A façanha inconteste de em ti descer
Para dentro dos teus braços extrair teu vício
Agarrar o teu voo, saciar a minha alma
E pleno de ti, tornar a nascer
Às vezes o mar de repente para, se esconde da onda
Na calma propícia da brisa envolta de sal
É quando sem luzes descerra-se o escuro
Nas largas avenidas dos oceanos da ânsia
E nosso peito parece arrefecer no carvão
Recolhemos os pés, cerramos as mãos
Pintamos a face com o branco da cal
Contamos com os lábios os fios da visão
Sozinha, entre o reverso e a astúcia
Tua pista iluminada guarda meu pouso
E cego mergulho certo de que me aguarda
A façanha inconteste de em ti descer
Para dentro dos teus braços extrair teu vício
Agarrar o teu voo, saciar a minha alma
E pleno de ti, tornar a nascer
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