77. Inflectida a Figura Recebe a Face
77
Inflectida a figura recebe a face
que vive no discurso das pedras dos detritos.
Na ausência da paisagem a ausência da figura.
Ó noite não ó dia manhã da vida forte
aí a face na multidão vestida
ou na nudez da cama do miserável quarto.
Com o suor da face e as pernas negras húmidas
com a humildade do sono na urina breve
vive a figura aqui
Vive? Respira pobre.
Inflectida a figura recebe a face
que vive no discurso das pedras dos detritos.
Na ausência da paisagem a ausência da figura.
Ó noite não ó dia manhã da vida forte
aí a face na multidão vestida
ou na nudez da cama do miserável quarto.
Com o suor da face e as pernas negras húmidas
com a humildade do sono na urina breve
vive a figura aqui
Vive? Respira pobre.
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