Escritas

22. a Pergunta da Mão Aberta

António Ramos Rosa Ano: 5767
22
A pergunta da mão aberta
na manhã matinal do quarto
aberta ao espírito de suavidade.

Alimentando o fogo o feliz rosto
criando a lâmpada de amorosa noite
mão no puro centro do impuro centro
resumindo a luz em luz da boca.

Resumindo o corpo e o lábio branco
luz que vive a palavra suavidade
que vive o viver do sangue amante.
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