Escritas

3. o Pudor Produz o Seio

António Ramos Rosa Ano: 5767
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O pudor produz o seio
e toda a celeste curva a flexão azul
a incorrupta brevidade todavia longa.

Sempre a adoração da árvore
e sempre o sangue da taça não e sim
hão-de dar a dádiva e a dúvida
na dívida celeste devida ao seio terrestre.

Quando cessar a torrente quando
soubermos que a torrente do sangue é a torrente
esqueceremos a torre do saber saberemos só.
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