Escritas

Não Toco a Viva Fenda Ferida…

António Ramos Rosa Ano: 5762
Não toco a viva fenda ferida na parede do ar vibrante, não toco, mas estalo a fronte sem olhar, com a parede na fronte, sobre o sol, quase vendo no bordo a esquina do momento que teve, tem, terá a boca breve do ar.
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