Escritas

Na Inesperada Margem Nua

António Ramos Rosa Ano: 5759
Na inesperada margem nua
confuso chega o som e o verde
A terra é negra no limiar da pedra
E ouve-se o som do mar Um som sem sombra

Suspenderam-se os limites Quem
sustenta a proposição do mundo claro?

É então que se ouve o côncavo de um
caminho fresco que propaga o corpo

e as margens unem-se num só ouvido verde
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