Dia de Inverno
A boca fria sobre as árvores
Um dia não iluminado
Um tronco inerte
A mão ensaia a carícia no espaço
nas árvores
nos cabelos da terra
a força regelada
o homem
desceu
a rua solitária
rente ao muro
a claridade pálida
da lâmpada
A terra cheira a terra pobre
os insectos percorrem
um a um
o pulso apagado
Um dia não iluminado
Um tronco inerte
A mão ensaia a carícia no espaço
nas árvores
nos cabelos da terra
a força regelada
o homem
desceu
a rua solitária
rente ao muro
a claridade pálida
da lâmpada
A terra cheira a terra pobre
os insectos percorrem
um a um
o pulso apagado
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.