Com a Cabeça Vibrante Ao Largo

António Ramos Rosa
António Ramos Rosa
1 min min de leitura 1977 Boca incompleta
Com a cabeça vibrante ao largo
com a cabeça tocando os limites largos
com o vento soprando no vazio da cabeça
com a língua ávida respirando o sol do ar
antes ainda do depois
aqui na avidez perene do ar do mar
o eterno efémero a respirar
sem mais com todo o mais
sulcado todo pelo ar
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