Escritas

Tu Que Renasces do Abandono Magia Verde

António Ramos Rosa Ano: 5758
Tu que renasces do abandono magia verde
magia da montanha e do lago soberbo
tu que renasces soberba do outono
com a música do campo e o vermelho

e o negro e o húmido clamor contido
dá-me o teu seio de consolação nobre
dá-me o teu coração os teus olhos o teu sonho
de quem não és nem podes ser amor de ser

amor no horizonte do teu ser
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