O Aparelho Estranho

António Ramos Rosa
António Ramos Rosa
1 min min de leitura 1966 Estou vivo e escrevo sol
O aparelho estranho, delgada aranha
deitada e vertical harmoniosa
o mar e o sol no mesmo mar
e entre os arames o espaço ainda mais vivo
quase aereamente radica-se e penetra-nos
e são raios e raízes voos feridos
que nos libertam num trabalho claro.
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