Entre Hoje E Amanhã

António Ramos Rosa
António Ramos Rosa
1 min min de leitura 1961 Sobre o rosto da terra
Somos quantos? Uns e outros
construímos signos nos ventos
As nossas casas comunicam ao nível dos alicerces
A imaginação tem raízes nas mãos
A alegria que por vezes nasce como uma lufada
conhece todas as ranhuras do muro

Os nossos sonhos brilham nas valetas
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