Aguardo, equânime, o que não conheço —

Ano: 598
Aguardo, equânime, o que não conheço –
Meu futuro e o de tudo.
No fim tudo será silêncio, salvo
Onde o mar banhar nada.


13/12/1933
2 222 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.