Poema do Final do Mundo

Toda alma humana anda perdida
desnorteada, sem achar vida
O fim do século provoca angústia
Dúvida atroz, desesperança.

Tormento vil, tal sofrimento
nunca existiu, nem por momentos
O ser humano é o responsável
por esta sina irreversível.

A morte certa, a guerra atômica
O fim de tudo, nosso destino
A carne podre se decompondo
Pó nuclear tudo infestando.

Bolhas na pele, câncer no corpo
Terras estéreis, o verde morto.
Não há mais ar, não há mais mundo
Não há mais nada, nem mesmo Deus.

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