Escritas

Ix. Como É Estranha a Minha Liberdade

Sophia de Mello Breyner Andresen Ano: 1788
Como é estranha a minha liberdade
As coisas deixam-me passar
Abrem alas de vazio pra que eu passe
Como é estranho viver sem alimento
Sem que nada em nós precise ou gaste
Como é estranho não saber
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