Atelier do Escultor do Meu Tempo

Ano: 1814
Uma nudez geométrica
Implanta nos espaços sucessivos
O vazio propício à aparição dos fantasmas

É aqui que as estátuas mostram
A necessidade sem discurso dos seus gestos

Exiladas da vida e da cidade
Exiladas do tempo
Elas convocam
O fragmento a mutilação os destroços

O peixe que navega sem perturbar o silêncio
1 885 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.