Ninguém, na vasta selva virgem

Ano: 598
Ninguém, na vasta selva virgem
Do mundo inumerável, finalmente
Vê o Deus que conhece.
Só o que a brisa traz se ouve na brisa
O que pensamos, seja amor ou deuses,
Passa, porque passamos.


10/12/1931
2 255 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.