Escritas

Gruta de Camões

Sophia de Mello Breyner Andresen Ano: 1790
Dentro de mim sobe a imagem dessa gruta
Cujo silêncio ainda escuta
Os teus gestos e os teus passos.

Aí, diante do mar como tu transbordante
De confissão e segredo,
Choraste a face pura
Das brancas amadas
Mortas tão cedo.
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