Apesar Das Ruínas E da Morte
Sophia de Mello Breyner Andresen
•
Ano: 1817
Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.
Comentários (1)
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Nela Andrade
2021-03-09
Amo todos os poemas escritos por Sophia, mas este é o meu favorito...Amo e lindo
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