MARIA: Onde vais? onde vais? ah volta, volta!
Fernando Pessoa
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Ano: 602
MARIA:
Onde vais? onde vais? ah volta, volta!
Parece-me sentir que (...) por onde vais.
FAUSTO:
Na noite, para o Mal, como o Universo
Mas mais Deus do que ele.
Adeus.
Adeus.
Adeus.
E para sempre.
(A voz de Maria crescendo em tom e em angústia)
Fausto!
Fausto!
Fausto!
(Cai desmaiado. Ouve-se, apenas, na noite, o sussurro do vento nos pinheirais.)
Onde vais? onde vais? ah volta, volta!
Parece-me sentir que (...) por onde vais.
FAUSTO:
Na noite, para o Mal, como o Universo
Mas mais Deus do que ele.
Adeus.
Adeus.
Adeus.
E para sempre.
(A voz de Maria crescendo em tom e em angústia)
Fausto!
Fausto!
Fausto!
(Cai desmaiado. Ouve-se, apenas, na noite, o sussurro do vento nos pinheirais.)
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