Àquele que, constante, nada espera
Fernando Pessoa
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Ano: 598
Àquele que, constante, nada espera
Não pode negar Jove; nem para ele
Murcham as frágeis flores
Que nunca esperou ver.
Consiste a força do ânimo em não tê-la
Para os alacres fins da fantasia,
Mas em saber conter-se
Nos limites d (...)
Não pode negar Jove; nem para ele
Murcham as frágeis flores
Que nunca esperou ver.
Consiste a força do ânimo em não tê-la
Para os alacres fins da fantasia,
Mas em saber conter-se
Nos limites d (...)
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