Escritas

Como este infante que alourado dorme

Fernando Pessoa Ano: 598
Como este infante que alourado dorme
        Fui. Hoje sei que há morte.
Lídia, há largas taças por encher
        Nosso amor que nos tarda.
        Qualquer que seja o amor ou as taças, breve
          Ajamos. Teme e desfruta.
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