Escritas

Li vaga — inerte — e sonhadoramente li

Fernando Pessoa Ano: 602
Li vaga — inerte — e sonhadoramente li
Compreendendo mais do que havia
Em frase (...)

Fechei tremendo, os livros, e sentindo
Como que de detrás da consciência,
Negrume transcendendo o que de horror
(...)

Desde então o constante persistir
Do mistério em minha alma não me deixa
Quieto o espírito, por meditar
Que seja, meditando sempre.
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