Escritas

O pó que fica das velocidades que já não se vêem!

Fernando Pessoa Ano: 597
O pó que fica das velocidades que já se não vêem!
O do metálico dos êmbolos,
O furor uterino das válvulas lá por dentro —
O sangue dando em baque ao ataque dos excêntricos.

Minhas sensações
Protoplasma da humanidade matemática do futuro!

Eia-la-ho! Hó-oo-o!

Oh lá, saltos e pulos com o meu pensamento todo
Pula bola de mim — a mágica biológica que eu sou!
O cérebro servo de leis, os nervos movidos por normas
Por normas compostas em tratados de psiquiatras
877 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão ToPostComment