Escritas

NADA

Fernando Pessoa Ano: 607
Ó Nada, esposa do Padre Eterno
Mãe deste mundo
Segundo reza o profundo
Saber que a Bíblia impinge a este inferno
Que é a cabeça de quem quer achar
A verdade, sem nunca a encontrar.

Omnimaterno ventre (se é que mesmo
Em poesia se pode isto dizer)
(…)
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