Horas Mortas

Breve momento após comprido dia
De incômodos, de penas, de cansaço
Inda o corpo a sentir quebrado e lasso,
Posso a ti me entregar, doce Poesia.

Desta janela aberta, à luz tardia
Do luar em cheio a clarear no espaço,
Vejo-te vir, ouço-te o leve passo
Na transparência azul da noite fria.

Chegas. O ósculo teu me vivifica
Mas é tão tarde! Rápido flutuas
Tornando logo à etérea imensidade;

E na mesa em que escrevo apenas fica
Sobre o papel — rastro das asas tuas,
Um verso, um pensamento, uma saudade.

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Comentários (5)

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naty
naty
2026-03-23

baite poema, pena q nao entendi muita coisa KKKKKKKKKK. to aqui por conta de um trabalho da escola no nono ano. nao escolhi esse poema, foi sorteado. mas ate q gostei. bjos foi isso to com muito tedio ataamo

Aldo ferreira
Aldo ferreira
2023-11-22

Verdade concordo ainda mais q eu gosto muito de matemática

Tomema sturbando
Tomema sturbando
2023-11-22

Muito impressionante como esses poetas tinham criatividade para fazer poemas tão lindos e perfeitos com uma sensibilidade e escolhas de palavras tão bonitas

Fulano
Fulano
2023-07-09

Depois de escrever o poema ele saiu da sala para chicotear o pobre escravo dele que derrubou um pires da mesa sem querer.

helo
helo
2023-03-02

que povo triste