Escritas

Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados

Fernando Pessoa Ano: 597
Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados
O esplendor do sentido nenhum da vida...

Toquem num arraial a marcha fúnebre minha!
Quero cessar sem consequências...
Quero ir para a morte como para uma festa ao crepúsculo.
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