É possível que a criança, com sua própria sexualidade, tenha desejado este adulto, ela pode mesmo ter consentido, ela pode mesmo ter dado o primeiro passo. Podemos mesmo admitir que é ela quem seduziu o adulto. Mas nós, com nosso conhecimento psicológico especializado, sabemos perfeitamente que mesmo a criança que seduz corre o risco de ser ferida e traumatizada. (…) Por conseguinte, a criança deve ser ‘protegida de seus próprios desejos’, mesmo se seus desejos a levam para um adulto
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