Escritas

De forma que ''gastar tempo''

Mário de Sá-Carneiro
De forma que ''gastar tempo'' é hoje o único fim da minha existência deserta. Se viajo, se escrevo - se vivo, numa palvra, creia-me: é só para consumir instantes. Mas dentro em pouco - já o pressinto - isto mesmo me saciará. E que fazer então? Não sei... não sei... Ah! que amargura infinita...
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