Para um amigo tenho sempre um relógio
António Ramos Rosa
•
Ano: 5740
a João Rui de Sousa
Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.
Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.
Comentários (9)
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Martim Joaquim
2022-06-08
Cala a boca seu jacaré
Rosa Maria
2022-06-08
Porque tu és feio
Martim Joaquim
2022-06-08
Porque<br />
Rosa Maria
2022-06-08
GOSTOSO<br />
MZE Skull cooper
2017-06-01
adoro nzxfoç -
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