Eu Contarei a Beleza Das Estátuas

Sophia de Mello Breyner Andresen
Sophia de Mello Breyner Andresen
1 min min de leitura 1954 No tempo dividido
Eu contarei a beleza das estátuas -
Seus gestos imóveis ordenados e frios —
E falarei do rosto dos navios

Sem que ninguém desvende outros segredos
Que nos meus braços correm como rios
E enchem de sangue a ponta dos meus dedos.
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