(...) eu tinha de lidar com um ser para quem era inútil invocar o nome de o que quer que fosse (...). Não havia nada acima ou abaixo dele, e eu sabia disso. Desprendera-se da Terra a pontapés. Diabo de homem! Chutara a própria Terra, desfazendo-a em pedaços. Agora ele estava só, e, diante dele, eu não sabia se permanecia no chão ou flutuava no ar.
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