O Último Poema
Manuel Bandeira
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Ano: 1385
Assim eu quereria o meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
Comentários (6)
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Estou fazendo trabalho sobre manuel bandeira
2025-10-29
Poema e poesias dele e
Muito legal poema
2025-10-29
Oóo
Edinalva
2022-02-22
manuel bandeira foi um ótimo escritor... quem concorda da um like
Tony Montana
2022-02-16
Esse poema... pqp!
Vagner
2016-04-01
eu precisava de uma critica do poema ..
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