Parece-me que quando a morte
Fiódor Dostoiévski
Parece-me que quando a morte está prestes a acontecer, quando uma casa vai desabar por cima de alguém, por exemplo, há a vontade terrível de se sentar e fechar os olhos, e esperar — seja o que for!... [...] É estranho que nesses últimos momentos as pessoas raramente desmaiem. [...] Talvez tenham pensamentos ridículos, despropositados: «Aquele que está ali a olhar tem uma verruga na testa».
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